Hook

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Uma das coisas mais nojentas da esquerda brasileira é assim: todo dia a gente escuta assim: quem imigrou pra fora do Brasil, depois volta para usar o SUS. Mas continua vendendo pro brasileiro, não sei o quê aqui do Brasil. Fique por aí, não volte mais, porque você não pode mais usar nem as nossas praias. Deixa eu falar um negócio pra vocês, queirdola. Vou sim, eu e todos os outros brasileiros que migramos pra fora do Brasil. Nós vamos continuar sugando gota por gota, dinheiro, de negócios, de qualquer coisa que der. E olha como a esquerda no Brasil no Brasil, ela é podre. Porque enquanto a esquerda, se ele é o preso que tá recebendo auxílio, reclusão do dinheiro do trabalhador, aí tá tudo bem, escravizar o próximo. Se ele é o dependente químico que usa clínica gratuita com o dinheiro do trabalhador, daí tá tudo bem. Se ele é o artista que o governo paga, que eu não posso chamar de artista, pra mim é funcionário público, Marlo, que vive de lei, que não tem graduação, gente que não sabe ler, não sabe escrever. Enquanto o funcionário público que não trabalha, bate ponto, recebe altos salários, né? Tira férias no ano, com o salário do otário que tá empreendendo e dando emprego. Aí tá tudo bem. Agora, quando o otário que trabalha e produz, fala assim: "Na minha mão, você não toca mais". Aí eles falam: "Ah, aí não, né? Aí não é país pra todos, né?". Aí, fique aí, não volte mais. Você não faz falta. Não venha usar o SUS, não venha usar nada que tem no Brasil. Ué? Aí é engraçado que, pelo menos uma vez na vida, parece que o jogo muda. Porque, na verdade, quando um imigrante que tá fora do Brasil, suga algo do Brasil, seja dinheiro, oportunidade ou usa o SUS ou algo assim, é engraçado que a esquerda toma dor. Só que nem eles estão ajudando a fazer isso, porque eles também não pagam imposto. Pessoal, vocês já pararam pra pensar que qualquer pessoa que tá dentro da sociedade brasileira, se ela não produz nada na vida privada, ela não produz nada pra sociedade. Porque ah, eu sou funcionário público, Marlo, mas eu pago. O teu dinheiro vem do Estado. O teu dinheiro não vem do setor que produz. Ah, Marlo, eu sou vereador, sou prefeito. O teu dinheiro vem do setor privado. Você não faz nada. Você não produz. Nada. Dentro de você, que não venha do setor privado, é produção. Todo funcionário público, todo bolso, isso, todo bolso aquilo. Todo dinheiro que gira dentro do país vem do setor privado. E nós que saímos do Brasil, vamos sim. Eu vou continuar implementando indústria, eu vou continuar ganhando dinheiro com contabilidade, assessoria, construção de galpão. E eu quero que você da esquerda, que você vá pra lá, porque eu tô aqui pra defender quem trabalha. Quem trabalha tem que ter vida boa. E não é você que são de esquerda.